quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Fim às estrias - Prepare-se para o verão e dê um fim às estrias: conheça os tratamentos mais modernos


O verão se aproxima e com ele a insegurança que muitas mulheres sentem com a exposição do corpo. Afinal, tanto calor, sol e mar pedem uma dose de sombra, água fresca e, claro, um biquíni. Mas o que fazer com as estrias? Se você pensa em escondê-las atrás de um short ou se enrolando em uma canga, saiba que já existem alternativas bem mais modernas que essas. A tecnologia da estética evoluiu muito nos últimos anos e, hoje, são inúmeras as opções de tratamento para essas marquinhas que tanto preocupam a ala feminina.
A estria é uma pele morta, praticamente sem circulação e que perdeu a capacidade de produzir colágeno e fibras elásticas. "Ela surge quando há um rompimento dessas fibras, que pode acontecer num processo de emagrece-engorda, pelo uso de corticóide, durante o crescimento e a gestação, provocadas pelo estiramento do tecido por um longo período. A desnutrição e a falta de vitaminas também podem ocasioná-las", enumera Lurdinha Mattos, esteticista da Clínica e Spa Harmonya, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. "A melhor forma de prevenção é hidratar a pele e usar cremes que ajudam na produção de colágeno."

Considerado um dos recursos mais modernos no combate a essas vilãs do bem-estar, o Microroller é um aparelho que promove, ao longo da estria, uma série de micropunturas através de agulhas descartáveis com ponta de ouro. "Ao final do processo, o especialista injeta no local o que chamamos de ‘fatores de crescimento', mistura de várias substâncias capazes de estimular a renovação epidérmica e vascular. Ou seja, é produzida uma pele nova", explica Lurdinha. Infelizmente, esta maravilha ainda não chegou ao Brasil. Mas a boa notícia é que falta muito pouco para ele ser regularizado em território nacional.
Outro procedimento que vem sendo bastante utilizado é a intradermoterapia, que consiste em pequenas injeções de substâncias, como a vitamina C, associadas a anestésicos, para reduzir a ardência do tratamento. "Esta técnica pode ser usada contra a celulite e gordura localizada, além das estrias. A gente faz a aplicação de microdoses de medicamentos nas áreas atingidas, com o objetivo de dar à pele um aspecto uniforme", revela Karine Bezerra, membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética e dona da clínica de estética e spa Levitate.
Uma alternativa muito comum é a carboxiterapia: "Ela promove uma vasodilatação, aumenta o fluxo sanguíneo da hipoderme e melhora progressivamente a qualidade da pele, o contorno e reduz medidas. Este método é muito usado na Europa e Estados Unidos", conta Karine. "São pequenas injeções de gás carbônico de forma superficial na pele", completa Janaina Mello, fisioterapeuta da Clínica Vitée, que avalia que o resultado se dá em longo prazo. "Não existe a cura total e os sinais de que a marca está desaparecendo se dá aos poucos, mas no final a estria fica quase imperceptível. Por isso é necessário fazer mais de uma sessão. Normalmente já na primeira o paciente enxerga uma melhora de 60%", estima.
Escamação controlada da pele com aplicação de agentes químicos é o que propõe o peeling de ácido retinoico. "O procedimento renova a pele, diminui rugas, ameniza manchas e estrias também. Ele deixa a pele mais lisinha e com brilho, além de tratar a acne", conta Karine Bezerra. Segundo Lurdinha, o conceito aplicado é o de ação e reação: "A agressão que provocamos na pele estimula o organismo a realizar sua defesa, e o resultado é a elevação da produção de colágeno.
Além disso, o tratamento provoca a esfoliação, igualando o tom da pele e da estria". Existe também o peeling de cristal, que funciona por microdermoabrasão, ou seja, promove um estímulo para a reorganização dos tecidos da estria. "A pele se renova e recobra o aspecto saudável."
Já o laser fracionado produz uma queimação e retira a camada superficial da epiderme, eliminando aos poucos as estrias. "É necessária mais de uma aplicação, mas a quantidade certa varia de pessoa para pessoa", conta Janaina, da Clínica Vitée. A especialista do Levitate completa: "Temos o laser Fraxel e CO2. O primeiro também é indicado para a reparação da pele envelhecida e agredida pelo tempo, e o tratamento resulta em uma pele macia, de aparência mais jovem com textura e tônus melhorados. O CO2 é utilizado para remoção de lesões da pele, como verrugas, sinais altos e pintas indesejáveis. A cicatrização é bem rápida e é indicado também para eliminar rugas, cicatrizes de acne e estrias".
Alergia e gravidez são algumas contraindicações dos tratamentos. "Quando há alguma má cicatrização, também temos mais cuidado. Ao realizar um procedimento, é bom evitar o sol. No caso de aplicações em casa de fórmulas com ácido retinoico, evitar contato direto da área com outras pessoas, principalmente com crianças", alerta Karine.
Antes de optar por qualquer método é preciso consultar um especialista. "A gente avalia a pele do cliente e indicamos o melhor procedimento e a quantidade de sessões. Temos que avaliar a cor da estria. As rosadas, que ainda são novas, são muito mais fáceis de atenuar. As brancas já precisam de mais sessões. Temos que entender que a estria é uma cicatriz e a gente não consegue eliminar uma cicatriz. O que a gente faz é melhorar a aparência. Torná-la do mesmo tom da pele", explica a esteticista da Harmonya.
Karine Bezerra faz coro com Lurdinha e diz que é impossível ficar totalmente livre dessas vilãs. "Em alguns casos a melhora é impressionante, mas costumo dizer que o mais importante é que sempre observamos melhora. A maioria dos meus pacientes fica feliz com o resultado", orgulha-se.
Este é o caso da estudante carioca Talita Ferreira, de 19 anos. Após passar insatisfatoriamente por algumas sessões de carboxiterapia, a estudante buscou ajuda na Levitate para suavizar suas estrias nos glúteos e no flanco. "Já fiz quatro sessões de intradermoterapia, associada ao peeling. Eu senti resultado logo nas primeiras sessões. É claro que não fica cem por cento, mas fica quase invisível e estou sentido muita diferença! O tratamento que estou fazendo realmente vale a pena e nem dói muito, é totalmente suportável", conta Talita.
Giulia Tavares, outra cliente da Levitate, também aprovou o resultado. "Eu só fiz duas sessões, mas já senti o efeito. Foi imediato! Já na segunda sessão eu via a estria começar a desaparecer. Como é um processo rápido e tem um ótimo resultado, vale a pena! Nunca havia feito nenhum outro tratamento. Antes eu ficava meio preocupada com a aparência das estrias, mas elas ficam muito disfarçadas. Agora eu estou grávida e tive que parar de fazer. Mas depois vou continuar!", promete a estudante de 22 anos.
A dermatologista Isabel Martinez explica que os homens também podem apresentar este rompimento de fibras elásticas, apesar de serem mais frequentes nas mulheres. "Elas estão mais propensas a desenvolvê-las por fatores hormonais. Mas os homens também apresentam estrias, principalmente os que fazem muita academia, que resulta em um estiramento da pele devido à musculação", diz.

Zonas erógenas - O prazer pode estar bem perto, basta saber explorar o próprio corpo


O corpo é o nosso maior catalisador de sensações. No sexo, desempenha a função de fonte de prazer e é o grande beneficiado do jogo de sedução. Das preliminares à consumação do ato, diversas partes estão envolvidas. São as chamadas zonas erógenas, regiões que, quando acariciadas, sugerem erotismo, arrepiam e excitam, preparando o corpo para a hora H.

Gosto não se discute. A máxima se adequa perfeitamente nas questões sexuais. Além de sentirmos inexplicáveis atrações por determinado tipo físico - ou até por aquele cara que você não consegue nem conversar, mas deseja loucamente ter debaixo dos lençóis -, cada um tem uma parte que, bem tocada, é a chave do cadeado em matéria de sexo.

Zonas erógenas

As zonas erógenas são todas as regiões que despertam excitação sexual, variando das tradicionais às improváveis. Como ninguém gosta de ir direto ao ponto, vamos começar de cima para baixo, pelas famosas ouvintes de todos os segredos: as orelhas, unanimidade entre mulheres e homens. "Um sussurro ao pé do ouvido é extremamente convidativo. A mulher que fala baixinho me excita mais do que se mostrasse alguma parte do corpo", diz o publicitário Felipe Alves. Por ser uma região muito sensível, a orelha toda é uma zona erógena, do lóbulo à parte de trás, principalmente durante a relação sexual.

Seguimos para outra área bem visível e também extremamente popular entre as zonas erógenas: a boca (e a língua), onde tudo começa, porém, nem sempre termina. Objeto de desejo e valioso instrumento nas preliminares, ela causa frisson, seja por um beijo no lábios ou por estimular outras partes do corpo

As mãos também podem ser consideradas importantes instrumentos erógenos. "O tato é um sentido importante e pode ser desenvolvido a cada toque. Explorar o corpo do parceiro com as mãos é um excelente afrodisíaco que deve ser aproveitado por homens e mulheres", afirma o sexólogo Cássio dos Reis.

Beijos que lembrem o sexo oral nos homens e carinhos com a ponta dos dedos em ambos são boas pedidas. Ainda na rota das partes à mostra, se encontra o pescoço, uma unanimidade erótica. Mordidinhas, beijos, lambidas, massagens, vale tudo para relaxar e causar arrepios.

Em segundo lugar nas paradas femininas, os seios, mais especificamente a região da aréola, servem como fonte de prazer. Para eles, são um dos principais atrativos. No caso dos homens, há os que gostam de receber carinhos nos mamilos, lembrando que eles devem ser sutis, já que a região é muito delicada. Está ficando quente... Continuemos rumo ao tesouro.
Para aumentar ainda mais a temperatura, é quase que imprescindível, antes de chegar ao ponto final, fazer uma parada em duas áreas importantes do corpo. Primeiro, a barriga e, nela, o umbigo, duas zonas com enorme potencial erótico. Por estarem próximos aos órgãos genitais, essas partes do corpo, se bem exploradas, aumentam as sensações e complementam a transa.

Segundo muitos homens e mulheres, as costas servem como atalho. "Eu fico excitada de ser puxada pela cintura para perto do cara, mesmo antes de fazer qualquer coisa", explica Lisa Maio. As coxas também representam zonas erógenas poderosíssimas para os dois gêneros, quase parte do ato em si. No caso da ala feminina, bumbum e adjacências são preferência da maioria.

Por último, mas não menos importante - pelo contrário - as próprias zonas, mais erógenas impossível: o pênis e a vagina. Dispensam qualquer explicação. Como se pode ver, ao invés de mapa da mina, há um campo minado em potencial. De acordo com o sexólogo Cássio dos Reis, todo o corpo é passível de ser erotizado. "Cada um tem suas peculiaridades. No entanto, o sexo é simples. Todos sentimos estímulos e, se formos impulsionados e nos permitirmos, podemos ter sensações em diferentes partes", explica.

Cássio garante que é tudo questão de exploração e permissão. "A maioria dos homens tem o pênis como região erógena, porque não se permitem descobrir outras fontes de prazer, e a exploração acaba sendo direcionada. A região anal, por exemplo, pela proximidade da próstata, poderia ser aproveitada", analisa Cássio.

O sexólogo ainda atenta para o fato de que as mulheres, apesar de terem uma erotização de outras áreas, poderiam desenvolver ainda mais alternativas. "A pessoa que se estimula sexualmente acaba desenvolvendo uma excitação maior. O importante é se liberar e explorar o sexo de uma forma espontânea, para que haja um melhor aproveitamento do prazer", conclui ele.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Que tal aquele strip-tease

Se despindo do pudor
Semana passada, meu marido me levou a uma incrível descoberta: strip-tease é o maior barato! Tá bom, é um tanto besta essa conclusão. Mas só não é mais do que a minha falta de entendimento da coisa. Porque sempre que eu pensava no assunto, me vinha à mente uma imagem, confesso, um tantinho preconceituosa - logo eu, que me julgo tão aberta (não pensem besteiras!). Pensava logo numa coisa associada à vulgaridade ou então às pessoas com dotes artísticos específicos para a dança e o rebolado. E não sou só eu quem pensava assim! É ou não é?
Vamos combinar que poucos são os que se arriscam a dar a cara e o corpinho a tapa num show íntimo, mesmo que a platéia seja ainda mais íntima. É necessária uma boa dose de desinibição, do espectador inclusive, mas depois que a brincadeira começa, sai – a roupa e a vergonha – de baixo. Eu, por exemplo, fui surpreendida por uma exibição incrível, que me deixou maluquinha. E cá no meu senso de justiça e curiosidade pelo desafio, prometi uma devolução na mesma moeda para o meu namorado.
Como não me sentia preparada para o papel, saí por aí comentando o assunto com pessoas que certamente me ajudariam e ouvi histórias e dicas ótimas. A que mais gostei e me encorajou foi a da Silvinha Donato, amiga e dona de um restaurante. Ela jogou por terra a imagem vulgar que me assombrava um pouco. "Ele sentava no piano e tocava uma música pra mim. Eu seguia o ritmo, dançando, tirando aos pouquinhos até ficar nua. Achava delicioso e superenvolvente", contou ela.
Silvinha fez surgir em minha mente uma cena chiquérrima. Era assim que eu queria me sentir para ter confiança e não me achar uma maluca exibicionista. Nem os casos desastrosos que ouvi depois aos borbotões, diga-se de passagem, me desanimaram. Sequer os que tinham pequenos acidentes domésticos como desfechos, como o da minha colega Valéria Steiniger. "Eu estava em cima da cama, de pé, tinha que me equilibrar, não encontrava um jeito de tirar a calça sensualmente. Fui tentar uma coisa mais ousada e fui direto no chão, com a roupa presa no pé. Acabou o clima todo, não precisa nem dizer", lembra a coitada.
Mas quem me ajudou mesmo, em termos práticos, foi a Stella Alves, professora de artes sensuais. Trabalhando no ramo há alguns anos, ela reúne grupos de mulheres para aulas de pompoarismo e strip-tease. Stella me garantiu, com sua experiência, que qualquer pessoa é capaz de despertar a vedete sexy que traz em si. "A sensualidade não está na idade, nem na aparência, está na atitude. É uma questão de despertá-la. E o primeiro passo pra isso é se achar linda, ao máximo. Porque o strip-tease não é simplesmente tirar a roupa, tem um jogo sensual. O homem não vê estria, não vê celulite, ele vê o todo. E confiança, nesse processo, é fundamental", argumentou a expert.
Dicas para o strip-tease
Para minha estréia, Stella sugeriu escolher uma roupa fácil de tirar: uma camisa dele, daquelas de botão, com uma lingerie bem gostosa por baixo. Ou uma camisola com um penhoar, ou uma blusa-saia com meias sete oitavos. "Só cuidado com os acessórios que podem enroscar na roupa", alertou. Outras providências realmente imprescindíveis são baixar a luz e escolher uma boa música, pra criar o clima. Como meu namorado infelizmente não é pianista como o marido da Silvia, separei discos de blues e jazz que achei bacanas. Mas nada impede de você tascar um Kenny G e ir ser feliz.
Segundo a Stella, conhecer bem a música favorece a performance porque dá mais segurança ao jogo de corpo e à dançadinha. Mas não é só no corpo que deve ficar o lance. "O olhar é muito importante. Por ele você transmite o seu desejo pelo parceiro. Por isso, as peças devem ser tiradas olho no olho, nunca desviando para a roupa", recomenda Stella, que me chamou a atenção também para saborear especialmente momentos como o de abrir o zíper e desabotar.
Outra boa dica é a brincadeirinha de jogar uma ou outra peça de roupa nele, durante o show. Claro que uma camisa ou o sutiã, não vá detonar sua apresentação estilhaçando seu namorado com um scarpin voador. E, para terminar... a calcinha. Stella me sugeriu como estratégia, deixar essa última peça a cargo dele, para não correr o risco de ficar pelada sem saber o que fazer. É mesmo uma ótima forma de terminar o strip e de dar alguma interação para o espetáculo. "Daí pra frente é com vocês", encerrou ela.
Depois dessa aula, me senti totalmente encorajada. É claro que não se trata de uma tarefa simples para a maioria das pessoas, mas a idéia deve ser considerada. Porque, no final das contas, a autoestima de todo mundo se eleva e ainda dá uma providencial quebradinha naquele feijão-com-arroz diário. Agora, com licença, que vou retirar-me ao meu camarim. Desliguem seus celulares e pudores e bom espetáculo!

chá de lingerie

domingo, 31 de outubro de 2010

cuidados com sua saúde

Candidiase e a higiene íntima da mulher
Muitos incômodos fazem parte da nossa vida. E quando se fala em higiene íntima, um deles sem duvida é uma doença chamada candidiase.
Se você ainda não teve, sem duvida já ouviu falar.
Simone*, 26 anos, vivia se queixando de coceira na vagina. “Quando não era coceira era um corrimento branco, ardor e desconforto para urinar”, conta. Já Carina*,34, sentia dores nas relações sexuais. “Pareciam que estavam me cortando. As mucosas vaginais ficavam bastante inflamadas e a vulva, às vezes, ficava com o mesmo aspecto de ‘assaduras’ de crianças que usam fralda. Passava muita pomada, mas isso não resolvia”, diz.
O drama de Carina e Simone ilustra o que as mulheres sentem quando há um crescimento exagerado de fungos na vagina, que produzem inflamação e sintomas desagradáveis. “Trata-se de uma infecção que afeta principalmente as mulheres entre 18 e 35 anos”, explica a ginecologista Fabiola Castro.
Há dúvidas entre os estudiosos se o contato sexual seria uma das formas de contrair a doença. “Parece que sim. Mas a deficiência no sistema de defesas do organismo é de longe a causa mais importante de candidíase” Conforme a ginecologista, algumas mulheres, inclusive, teriam uma deficiência imunológica específica para desenvolver a doença, o que explicaria os casos de repetição freqüente.
Fabiola adverte para sempre seguir orientação médica no tratamento de todo e qualquer problema vaginal. E nunca buscar a orientação de balconistas de farmácias ou usar cremes vaginais sugeridos por amigas. “As mulheres confundem os sintomas de outras infecções ou mesmo de alergias vaginais com candidíase e se automedicam”. Isso pode aliviar ou melhorar os sintomas, mas na verdade estão mascarando a doença que vai reaparecer lá na frente.
Prevenção
E como prevenir? É muito importante dormir o suficiente, reduzir o estresse, diminuir os doces. Roupas íntimas de material sintético e calças compridas apertadas também devem ser evitadas. Prefira as calcinhas 100% de algodão. “Lembre-se que a calcinha deve ser posta para secar em ambiente fresco e seco - evite deixá-la secando dentro do banheiro, que é quente e úmido, como os fungos gostam... e usar camisinha, masculina ou feminina!”, aconselha Fabiola.