sábado, 31 de março de 2012

Pompoarismo

Pompoar é a habilidade de controlar a contração e o relaxamento da musculatura circunvaginal. Ao aprender a técnica, a mulher consegue controlar os três aneis circunvaginais separadamente, podendo incrementar o ato sexual apenas com o movimento de seus músculos. Embora para nós, ocidentais atrasadas, a técnica seja algo ainda muito pouco explorado, em países como a índia, ela é passada de mãe para filha, com o objetivo de aumentar o prazer sexual da moça e de seu parceiro.
Existem cursos que ensinam a chamada “malhação íntima”. Mas existem técnicas para se fazer em casa, para quem não achou uma boa professora ou quer tentar primeiro sem gastar nada. Uma delas é a de contrair e soltar várias vezes seguidas os músculos da região ao longo do dia, enquanto se escova os dentes, dirige, assite à aula, etc. Claro, há de se ter o cuidado de contrair apenas os músculos da vagina – se você tensionar junto a musculatura do ânus, não está fazendo direito. Para ter certeza de qual músculo exercitar, enquanto estiver fazendo xixi, tente interrompê-lo no meio. Esse músculo que interormpe o fluxo é o mesmo exercitado no pompoarismo. Você pode também, durante o banho, introduzir um dedo na vagina e tentar apertá-lo – com o tempo, o movimento torna-se natural.
Para as que desejam is mais longe, existem dois objetos usados nos exercícios de pompoarismo: o vibrador e o ben-wa. O vibrador dispensa apresentações, se você não sabe o que é, boa wiki-busca. O ben-wa são as famosas ‘bolinhas tailandesas’ – um ou mais pares de esferas auto-vibratórias ligadas por um fio. De acordo com a pompoarista Stella Alves, elas são usadas para “treinar os movimentos de sucção, expulsão e fortalecimento dos músculos circunvaginais. Os exercícios ajudarão você a identificar os três feixes de músculos do canal vaginal.” Mas atenção: não compre qualquer ben-wa vagabundo! As bolinhas devem ter o peso certo e uma distância correta entre elas, além de serem de material atóxico!
Stella também contou, durante uma entrevista, alguns dos movimentos que o pompoarismo possibilita. Pessoalmente, me parecem beeem interessantes…veja:
Revirginar: é contrair com tanta força o esfíncter vaginal, que é o músculo de entrada da vagina, o que impede ou dificulta muito a penetração do pênis/vibrador, possibilitando simular virgindade.
Ordenhar: é contrair individualmente os anéis circunvaginais de forma sequêncial, pressionando o pênis/vibrador, começando da entrada da vagina em direção ao útero, com força média.
Chupitar: é imitar com a vagina a movimentação que os bebês fazem com a boca quando estão mamando ou usando a chupeta.
Sugar: é chupar o pênis/vibrador com a vagina.
Massagear: o pênis/vibrador é massageado nas intensidades fraca, média ou forte.
Morder: é a pratica utilizada freqüentemente para retardar o orgasmo do homem. Consiste em contrair fortemente o anel circunvaginal que circunda o pescocinho logo abaixo da glande do pênis.
Guilhotina: é uma “mordida” com muita força.
Algemar ou agarrar: é contrair com tal força a musculatura vaginal, impedindo a saída do pênis/vibrador.
Expulsar: é quando a vagina expele o pênis, vibrador, banana, pepino, etc.
[leia toda a entrevista com Stella Alves aqui: GAS-BH]
Além das vantagens na vida seuxal, o pompoarismo fortalece os músculos pélvicos, evitando a queda de bexiga e de útero e a incontinência unrinária. Em algumas, pode até diminuir a cólica menstrual.
A ‘malhação íntima’ é algo que as mulheres deveriam entrar mais em contato. Não só para aproveitarem o sexo melhor mas para se conhecerem melhor. Muitas ainda sentem nojo de suas vulvas e vaginas, mal sabem o que tem entre as pernas. Não sabem como se dar prazer, e esperam que seus parceiros advinhem, tornado a vida sexual uma novela cheia de cobranças, insatisfações e dores de cabeça. O pompoarimso traz benefícios físicos, psicológicos e sexuais, e é uma coisa que pode ser praticada por qualquer mulher. Basta força de vontade e auto-conhecimento.
Invista no seu prazer sem vergonha de ser feliz!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Sexo Tantrico: Horas de relação, com orgasmos e sem ejacular

No meu chá de lingerie , uma amiga trouxe um presente que causou burburinho: um ovinho de um material que parece mármore, pesado e com um furo no meio. Diante da curiosidade geral, foi obrigada a explicar que servia para treinar os músculos da vagina (leia mais sobre pompoarismo aqui !) e propiciar orgasmos mais intensos. Contou também que seu marido, o mestre de yoga Victor Lino, é especialista em sexo tântrico. Pronto: a inveja foi coletiva. Aos 35 anos, dos quais seis como professor de tantra, Victor pesquisou muito sobre o assunto e fez cursos na Tailândia para se aprofundar. Ele conta que a filosofia do tantra surgiu há mais de cinco mil anos, na região em que hoje se situa o Paquistão – a sociedade surgida ali teve seu comportamento estudado por muitos séculos. Aqui, o mestre conta sobre as lições que mais interessam aos leitores do Sexpedia
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de santinha a safadinha

Lady na sociedade, puta na cama

“Uma lady na sociedade, uma puta na cama” gostaria de descobrir qual mente  geniosa formulou essa frase, que percorre por aí  cheia de colocações, mesmo soando um tanto  indecente, para alguns.
Eu cresci ouvindo que, por  muito tempo as mulheres para serem dignas de um bom marido tinham como prioridade serem boazinhas,  bem arrumadas, obedientes e coisa e tal. Da porta do quarto pra fora, finas e recatadas, verdadeiras ladys, realmente.
O problema, para os homens, era enxergar que aquela leoa da noite, também poderia comparecer  ao chá beneficente..rs! E como eles não conseguiam conciliar as duas coisas, isto é, elas não poderiam  tornar-se  “duas” mulheres, uma para cada momento, (elas) acabavam  optando pela “mulher” mais aceitável, deixando de lado seus próprios desejos. E,  neste caso,  o sexo era apenas garantia de reprodução e de infelicidade íntima também.
Mas ao contrário delas, os maridos não direcionavam suas energias para o tricô ou para o cuidado das crianças. Eram nos bordéis que eles realizavam todas as suas vontades. Eles sim, poderiam ser dois ou três homens, dependendo do momento.
O que parece é que, naquela época, as pessoas ligavam mais para o que os outros pensavam do que para si próprias, para serem felizes, realizadas. Agradeço a força das mulheres revolucionárias, hoje nós percebemos que queimar os sutiãs em praça pública não foi  sinónimo de mudança de opção sexual.
As mulheres defensoras das mulheres, de braços dados, pedindo   pelos mesmos direitos dados aos homens, foi mais que uma foto no jornal frente à revolução mundial, foi o resultado provocado por cada uma que teve a coragem de enfrentar marido, pai,  filho e tiazinhas atrasadas em prol de trabalho, de voto, de minissaia (hoje microsaia) e de orgasmos. Múltiplos, por gentileza! rs
Ser uma puta na cama e uma dama na sociedade não é deixar de ser boa mãe, de gostar de cozinhar ou de ser desejada. Não é exatamente uma questão de escolha, mas de poder ser tudo o que quiser ser, quando precisar, quando pintar aquela vontade. Podemos beber, gargalhar alto feito  loucas ou podemos ministrar reuniões de cúpula, fazer decisões no trabalho, etc…
E não é que aprendemos com as biscates, que ser mulher é isso, poder escolher todos os dias, todas as horas.

A safadinha que você procura dorme ao seu lado na cama

Ela é uma garota dessas que você tem orgulho de mostrar na rua, não é? Certinha demais. A nora que seus pais pediram a Deus, a guria que seus amigos adoram, a mulher que você tem muita satisfação em mostrar como dama na sociedade. Só que, entre quatro paredes, você vive aquele velho dilema e exclama mentalmente que ela não é uma puta na cama. Passado o momento de arrogância pretensiosa de introdução do texto, uma questão deve ter martelado a sua cabeça (além da súbita vontade de jogar 5 pedras na cara de quem escreveu esse artigo). De onde surgiu mesmo essa história de “dama na sociedade e puta na cama”?
by casal sem vergonha
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Mulher boa de cama é mulher que surpreende!

Mulher boa de cama é mulher que surpreende
Rotina. Essa palavra mete medo nas mulheres quando o assunto é vida a dois. E no sexo, claro, ela nem deveria existir. Novas posições e preliminares criativas são algumas dar armas utilizadas por quem deseja inovar. O mesmo vale para quem sonha em conquistar o título de "boa de cama". Na opinião da pompoarista Lu Riva (www.lupompoar.com.br), uma mulher boa de cama é aquela que gosta de si mesma. "Ela tem conhecimento sobre seu próprio corpo e, a partir disso, começa a descobrir o corpo do parceiro", diz