quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dia nacional de combate ao abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes

Disque Direitos Humanos – O Disque 100 é um serviço gratuito e funciona 24 horas por dia. A identidade de quem denuncia a violação de direitos contra crianças e adolescentes é preservada. Denúncias também podem ser feitas pelo portal http://www.disque100.gov.br ou pelo endereço eletrônico disquedenuncia@sedh.gov.br

terça-feira, 17 de maio de 2011

Dicas para o sexo no inverno

No inverno muitos casais perdem o ânimo para o sexo por causa do frio. Vou dar algumas dicas e truques para animar e criar desejo de tirar a roupa.
No frio é natural termos uma queda do desejo sexual. Mas o que fazer para aquecer a vida sexual e não passar o inverno hibernando?
Antes de qualquer coisa, sugiro que combine com seu amor o que vão fazer essa noite. De uma forma bem sensual convide-o para um sexo gostoso, e preparem juntos o cenário. Já que, nesta época do ano o clima não favorece muito o ato, preparem juntos soluções para se amarem bem gostoso. Preparar o ninho juntos pode ser uma forma divertida e deliciosa de iniciar o clima das preliminares.
Algumas dicas bem quentes:
Preparando o ambiente
- Use velas, além de criar um clima romântico aquece o ambiente. Dê preferência para as velas com aroma suave. Use o maior número de velas possível, mas tome cuidado para não incendiar o quarto e nem criar uma sensação de velório, tenham bom senso. Se não gostarem de velas, use aquecedores de ambiente.
- Disponham de mantas e almofadas, para criar um clima aconchegante e convidativo.
- Use o poder da cromoterapia a favor. Dê preferência para cores quentes como o vermelho, marrom e laranja, tanto nas peças que vestirão a cama como as que vocês usarão.
- Bolsas de água quente (aquelas de borracha) ou cobertores elétricos são boas soluções para aquecer a cama.
Antes de irem para cama
- Preparem uma sopa bem apimentada. A pimenta além de ser afrodisíaca traz sensação de calor.
- Prepare um chá bem quente.
Na cama
- Entrem em baixo das mantas, mas não tirem a roupa tão rapidamente. O ideal é que estejam de agasalho e meias. Use e abuse dos abraços e beijos, deixe que o clima vá aquecendo naturalmente. Explorem as preliminares, mas sem tirar as roupas, até que não aguentem mais de tanto calor…
- Mais uma dica, não tirem as meias, elas podem não ser muito sensuais e atraentes, mas como terão um sexo debaixo das cobertas provavelmente não vão reparar nesses detalhes.
- Usem óleos para massagem e lubrificantes íntimos que aqueçam.
Sabe aquele velho ditado que diz que “frio é psicológico”? Também ajuda muito!!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

sexo sentido

Há alguns meses, tenho acompanhado o inovamulher e me deliciado com os depoimentos, principalmente os sexuais, daí resolvi enviar a minha história, a qual batizei de sexo sentido e vocês entenderão o porquê.
Durante anos fui castrada a achar que sexo não era algo bom, minha mãe não foi bem sucedida na vida sexual e me educou com essa visão. Na verdade, minha mãe não era uma pessoa amorosa e não podia transmitir o que não conhecia ou não havia vivido.
Paciência... Não posso culpá-la, ela tem o peso da sua história.

A masturbação foi minha fiel companheira e, durante anos, foi minha válvula de escape emocional e meu mapa do descobrimento. Praticando-a, descobri meu corpo, do que mais gostava e despertava todos os meus sentidos. Percebi a mudança do cheiro da secreção que saia da minha periquitinha quando me excitava, a dilatação e a mudança da coloração, sentia a pressão que as cochas faziam nos músculos pélvicos, o que hoje já aprendi se tratar de pompoarismo. Sentia um calor que começava nas partes baixas e me subia até os seios.


Já percebeu que quando rola a atração física, desperta os nossos instintos atrelados ao nosso estado fisiológico, como as necessidades sexuais, por isso que a forma como reagimos ao que vemos é fundamental no sexo. Aí vem o tato, olfato e audição, despertados com a sexualidade, sendo um elemento importante em um relacionamento sexual.

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Sexo é isso, é o desvendar e apreciar todos os sentidos que temos independente da nossa idade. O ato se incrementa a cada toque, com ou sem um parceiro, praticá-lo nos deixa mais bonitas, mais sexy e mais felizes. Sexo sentido é o próprio sentido da vida, não que a vida seja só isso, mas é ótimo aproveitar bem o sexo, sem promiscuidade, mas com muita vontade, lembrando que a relação sexual começa em nós mesmos.

eu me masturbo, e dai?

Quando recebi a incumbência de abrir a coluna “Sexo” com o assunto masturbação, me arrepiei toda. Não porque estava me masturbando pra poder falar pra vocês sobre o assunto, mas porque é um assunto desafiador. Que toda mulher se masturba, todo mundo sabe, mas a gente não fala.
Durante muito tempo achei que só eu me masturbava no mundo, que masturbação era o caminho para ser lésbica e que gostar de se tocar era coisa de gente perdida. Durante muito tempo achei que estava mesmo com uma passagem comprada para o inferno!


O desejo de tocar minha “piriquitinha”, apelido carinhoso para a minha vagina, começou ainda na infância. Gostava da sensação de esfregá-la em locais pontiagudos, esfregá-la em lençóis torcidos – nunca gostei muito dos travesseiros, achava-os muito moles, e não gosto de coisas muito moles... Tem que ter pressão.

Hoje, aos 40 anos, ainda sou fiel praticante da masturbação, principalmente quando estou estressada. Pensando bem, a masturbação deveria ser indicada por médicos para tratar o estresse. Pouparia o nosso corpo das agressões dos remédios, e olha que relaxa direitinho, deixa até a gente mais feliz.

Socialmente falando, nós, mulheres, sofremos muita pressão pela prática da masturbação. Não me lembro de nenhuma mulher ter me relatado que foi incentivada pela família a se masturbar. Os parceiros deveriam ser os primeiros a nos incentivar à masturbação, afinal, tudo que se bem pratica se torna melhor, ou seja, masturbar-se melhora as relações entre as pessoas. Só não vale trocar o marido pela quina da mesa... É melhor ensiná-lo a mexer mais, lamber mais, apertar mais. Precisamos aprender a dizer do que gostamos: assim é melhor, faz isso, que tal aquilo... Afinal, uma relação exige interesse de ambos em torná-la prazerosa para as partes interessadas.

Ficarei feliz em conhecer suas experiências e impressões sobre a masturbação. Vamos valorizar o autoconhecimento e nos permitir uma vida mais prazerosa.

Masturbe-se sem moderação: não é ilegal, não faz mal e nem engorda

o homem tem que ter PEGADA

Esta frase é bem mencionada em comerciais e nas nossas redes sociais, pois nós, mulheres, adoramos. Falar sobre sexo e pegada é assunto obrigatório.

E o que significa TER PEGADA?

Durante muito tempo associei esse dom ao porte físico do homem, ou seja, pra tê-la tinha que ser alto, ter um belo corpo, ou seja, ter uma aparência que chamasse a atenção. Aí veio a experiência, o teste drive e, só conhecendo, degustando, que entendi o que significa a tal da PEGADA.

Tá curiosa?
É simples demais.
Tem a ver com atitude de comando. Isso mesmo, um homem pra ter uma boa pegada tem que ter atitude, tem que saber comanda e dominar, num bom sentido, a mulher.
Não importa se o cara é baixo ou alto, magro ou gordo, novo ou velho...

jÉ o tipo que vai fechar seu computador enquanto você está agarrada com um relatório e vai seduzir e levar você pro céu.
É aquele que vai conduzir seu corpo para movimentos inesperados, te apertando ou te dando fôlego conforme sua vontade. É aquele que vai te penetrar de forma intensa, mas tomando todo espaço do teu corpo... Uau! Você já teve um homem com pegada na sua vida? Se teve, ótimo, pois não é fácil encontrar um cara assim. Por que? Simples! A maioria dos homens pensa que tem pegada, mas se preocupam mais com quantidade de sexo, do que com qualidade. E outra coisa, a pegada não está simplesmente no ato sexual e sim na rotina do dia-a-dia.

Um homem que só se preocupa com a hora do sexo e não tem atitude de comando dentro de uma relação ele é apenas um PEGADOR. É importante que os homens tenham consciência de que mulher gosta de atitude e, hoje em dia, a maioria dos homens tem se deixado comandar e não tem conseguido despertar êxtase em nós.

Além disso, estamos buscando suprir esta deficiência masculina e passamos a comandar a relação, e o que é pior, achamos isso fantástico e nos orgulhamos disso, só que a relação homem e mulher perdeu muito em desempenho quando as coisas passaram a ser assim, pois estamos decidindo mais dentro das relações, mas estamos descontentes em ver a falta de atitudes dos homens.

Quero ressaltar que a atitude de comando não está associada à ignorância ou grosseria, isso é ser bronco. O saber comandar é dar segurança, gentileza, ânimo e vivacidade na relação. Enquanto isso, nós pecamos por não expor a necessidade que temos desse tipo de comportamento perdido com toda evolução da humanidade e vivemos relações frustradas.

Aí vai meu recado aos homens... Tenham atitude e liderança dentro de uma relação, isso fará bem à vocês e à sua parceira e, para as mulheres... Permitam ser conduzidas e aproveitem uma boa condução, estimulando seus parceiros a serem os provedores que nunca deveriam ter deixado de ser.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Falta de vontade para o sexo? Resolva já!

Descubra o que fazer naqueles dias em que você não está muito a fim de transar

5 atitudes para estimular o desejo
 
5 atitudes para estimular o desejo
1. Vá para a cama meia hora mais cedo
Algumas pessoas deixam o sexo como a última coisa a se fazer no dia, atrás até mesmo de assistir televisão. Aí, não há ânimo que resista ao cansaço. Quando você vai para a cama mais cedo, ainda tem disposição de sobra para se divertir com seu amado.

2. Melhore a sua auto-estima
Tire um dia para cuidar apenas de você. Vá ao cabeleireiro, compre lingeries, use roupas sensuais. Quando você fica de bem consigo mesma, sente mais desejo pelo parceiro e desperta o tesão dele. Aí, preguiça nenhuma acaba com a vontade na cama.

3. Atice o parceiro diariamente
Seja carinhosa e, de vez em quando, mande recados ou torpedos sensuais. O sexo envolve toda essa preparação. Atitudes assim estimulam não só o parceiro, mas você também. Por isso, reserve alguns momentos do dia para pensar em sexo. Isso ativa o desejo e faz você entrar em outro clima, mesmo quando está longe dele.

4. Deixe a preguiça de lado
Sexo é como academia: se você pára de fazer por uns dias, logo pinta o desânimo. Os sexólogos garantem que é necessário evitar ficar duas semanas sem fazer sexo. Isso porque, depois desse tempo, voltar à ativa fica muito mais difícil. Além do mais, fazer amor é uma ótima maneira de arejar a cabeça e relaxar o corpo.

5. Faça sexo preguiçoso
Até para o preguiçosos há posições gostosinhas, que não requerem muito esforço. Espere até vocês estarem quentinhos na cama e comece a atiçar seu querido. Passe sua mão tranqüilamente ao longo do corpo dele, estimulando-o. Quando a respiração de vocês começar a ficar mais intensa, fique na posição colherzinha (deitados de lado, ele atrás de você). Assim, vocês continuam o ato sexual gastando pouca energia e sem fazer muito barulho

Corrimento: tudo o que você precisa saber

Alterações no corrimento podem indicar problemas de saúde. Veja como identificar doenças e os tratamentos

Pernas de mulher
Você sabia que o corrimento protege
o corpo de infecções?
Foto: Getty Images
Toda a mulher apresenta uma umidade natural produzida pela mucosa da vagina. Essa secreção, aliás, é importante para garantir a lubrificação do órgão durante o sexo e protegê-lo de infecções.

"O corrimento apresenta condições ideais para a proliferação de uma bactéria responsável por manter o ph da região mais ácido, dificultando, assim, a proliferação de germes e bactérias que podem prejudicar o organismo", afirma o ginecologista Edílson Ogeda, do Hospital Samaritano (SP).

Ter corrimento é normal

A quantidade com a qual essa secreção é produzida varia de pessoa para pessoa e depende de fatores hormonais.

Antes da menstruação, por exemplo, é normal ter um corrimento intensificado graças ao aumento dos níveis de progesterona. Já na menopausa, quando há uma menor produção deste, a secreção vaginal diminui.

Quando algo está errado

Para que seja considerada normal, a secreção deve ser parecida com a clara do ovo, ou seja, translúcida e viscosa. "Corrimentos de coloração branca opaca ou em outros tons muito fortes, como amarelo, verde ou marrom, podem estar relacionados a uma infecção", afirma o ginecologista da Unifesp Cláudio Bonduki.

Em muitos casos, a secreção anormal vem acompanhada de outros sintomas, como dor durante a relação sexual, corrimento com cheiro forte e coceira nos genitais.

Quais são as causas?

Normalmente, as infecções surgem por falta de higiene íntima ou durante o ato sexual desprotegido. "É possível ainda também infectar-se toda vez que estivermos com imunidade baixa", afirma Ogeda.

5 dicas para minimizá-lo

1) Prefira as calcinhas de algodão.
2) Procure não vestir roupas muito apertadas.
3) Use um sabão neutro para lavar as partes íntimas.
4) Evite o máximo que puder o uso de protetores diários, já que eles dificultam a transpiração do local.
5) Durma sem calcinha.

Câncer de mama: dicas de prevenção

Tire suas dúvidas sobre câncer de mama, aprenda a fazer o autoexame em casa e previna-se!


O câncer que mais ataca as mulheres é o de mama
Foto: Getty Images
O câncer que mais ataca as mulheres é o de mama. Temido especialmente por quem já passou dos 40 anos, ele é tão devastador quanto qualquer outro câncer, mas, com os cuidados certos, é possível descobri-lo a tempo de impedir a retirada do seio.

Confira então uma entrevista feita com o coordenador científico do Instituto Se Toque, Eduardo Blanco Cardoso, que desvendou o exame e pode ajudá-la nessa batalha.

Tire suas maiores dúvidas sobre o câncer de mama

1. Minha mãe teve, corro o risco de ter também?
Só um em cada 10 casos de câncer de mama acontece por fatores hereditários (que passa de mãe pra filha). A maioria dos casos acontece por fatores reprodutivos e maus hábitos de vida.

2. Qual a idade de risco?
Mulheres acima dos 40 anos devem se preocupar mais. Se algum caso na família tiver aparecido antes dos 50 anos, o ideal é redobrar a atenção a partir dos 35.

3. Em qual médico ir?
Ao ginecologista. É esse profissional que vai encaminhar a paciente para fazer a primeira mamografia. Se houver algum problema no resultado do exame, o ginecologista indica a paciente para um mastologista (especialista em câncer no seio).

4. Tomar pílula aumenta o risco de ter a doença?
Isso ainda não foi comprovado. Há pesquisas que afirmam isso e outras que dizem que não. Em todo caso, não considere a pílula um fator de risco.

5. Nódulo e cisto são a mesma coisa?
Não. Nódulo significa caroço ou tumor - que pode ser benigno ou maligno. Se for benigno, dá para viver com ele; se for maligno, é câncer e pode exigir cirurgia. Já os cistos são formados por líquidos e são sempre benignos. Se forem pequenos, o médico vai tratá-los com remédios; se forem maiores, é preciso fazer uma punção, que retira o líquido de dentro do cisto. O importante é você saber que um cisto nunca será capaz de virar câncer. Aliás, vale lembrar que dificilmente um tumor benigno vira maligno ou vice-versa.

6. Quando é preciso retirar o seio?
Essa operação só é feita em casos graves. Se a mulher fizer todos os exames com regularidade tem mais chances de detectar a doença desde cedo e evitar a cirurgia.

Antes dos 40 anos, consulte o ginicologista umas vez por ano para fazer os exames
Foto: Getty Images
7. Quais exames eu devo fazer?
Antes dos 40 anos, é preciso se consultar com um ginecologista uma vez por ano, para que ele faça o exame manual nos seios ou, em mulheres com mamas maiores, para que ele peça um ultrassom. Após os 40 anos, o médico passa a pedir a mamografia. É um exame chato, mas não demora e pode salvar uma vida. Não deixe de fazer.

8. Perdi a mama, e agora?
Há uma lei que dá à mulher o direito de fazer a reconstrução da mama, a partir do momento em que ela é retirada por causa do câncer. Ela pode usar tecido do próprio corpo ou prótese de silicone. O Sistema Único de Saúde (SUS) cobre a cirurgia.

9. Tive a doença e retirei os seios. Posso voltar a ter câncer de mama?
Sim. Só depois de cinco anos fazendo todos os exames pedidos pelos médicos é possível se considerar curada. Se, durante esse período houver algum exame que detecte a doença, é preciso recomeçar o tratamento.

10. Quais são os principais sintomas de câncer de mama?
Esse câncer é silencioso, portanto, é difícil descobri-lo por sintomas, já que fisicamente não acontece muita coisa com o corpo (ele não dói). O ideal é consultar o ginecologista todo ano, fazer os exames regularmente e ficar sempre atenta.

11. Obesas correm mais riscos?
Sim, porque as pessoas obesas produzem mais estrogênio, um hormônio feminino que também é responsável pelo aparecimento desse câncer. O que elas devem fazer? Comer alimentos saudáveis e praticar uma atividade física regular, que lhes dê prazer.

Faça o autoexame

Faça todo mês, a partir dos 18 anos, após o fim da menstruação. Procure qualquer alteração nos seios. Se surgir um caroço, marque uma consulta no médico.

Ilustração: Reprodução Revista ANAMARIA
1. No espelho
Levante as duas mãos lentamente em frente ao espelho e observe se os seios têm o mesmo formato e tamanho.

2. Faça devagar
Ainda na frente do espelho, abaixe os braços devagar, observando se há alterações na pele.

Ilustração: Reprodução Revista ANAMARIA
3. No chuveiro
Levante um dos braços e coloque-o atrás da cabeça. Com a mão livre, apalpe o seio com a ponta dos dedos, como se tocasse um piano. Comece por fora e termine no mamilo.

Ilustração: Reprodução Revista ANAMARIA
4. Deitada
Coloque um braço atrás da cabeça e apalpe o seio em busca de saliências. Toque o seio de fora para dentro, só com a ponta dos dedos.

5. Axilas também
Agora, abaixe o braço e apalpe também a região que vai até as suas axilas.

3 dicas de prevenção

· De acordo com estudos científicos, consumir periodicamente uma xícara de feijão branco diminui as chances de ter câncer de mama. Inclua o alimento em saladas e molhos ou use sua farinha misturada à comida, sucos e sopas.

· Ficar diariamente no sol por 10 minutos (antes das 10 horas ou após as 16 horas) aumenta a produção de vitamina D e, consequentemente, reduz os riscos de câncer de mama pela metade.

· Duas vezes por semana, tome sopa de tomate feita com suco de cenoura no lugar da água. Esse alimento antioxidante ajuda a prevenir o câncer.

Saiba como evitar a cistite

O que fazer para não sofrer com a infecção urinária que aparece, principalmente, depois das relações sexuais

Foto: Dreamstime
Muitas mulheres contaminam a vagina depois
de evacuar. Tem de fazer a limpeza da frente
para trás e não o contrário
Foto: Dreamstime
Vontade constante de fazer xixi, mas na hora H arde muito e só sai um pinguinho... soa familiar? Se isso já aconteceu com você – e principalmente se foi depois de uma ótima noite de amor –, é bem provável que integre essas estatísticas: uma em cada quatro mulheres terá pelo menos um episódio de infecção urinária durante a vida, também conhecida como cistite.

Em 90% dos casos, a infecção é causada por bactérias. A mais comum – em quase 75% das vezes – é provocada pela Escherichia coli, freqüentadora assídua da flora intestinal e muito importante para a digestão.

Quando cai no aparelho urinário, a bactéria pode causar infecção. Isso porque ela costuma ficar na região do ânus e migrar para a vagina na hora do rala e rola ou mesmo em caso de descuido com a higiene depois de ir ao banheiro. ''Muitas mulheres contaminam a vagina depois de evacuar. Tem de fazer a limpeza da frente para trás – e não o contrário'', explica o urologista Sidney Glina, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Nesse ponto, temos de admitir: saímos em desvantagem em relação aos homens. No nosso caso, o canal que leva a urina da bexiga até a vagina (a uretra) é mais curto – ou seja, mais propício à entrada de bactérias, fungos e outros seres indesejáveis –, além de estar mais próximo do ânus.

Mulheres com vida sexual ativa, claro, têm mais chance de pegar a infecção. Mas existe também um monte de outros fatores que podem facilitar uma infecção ou inflamação no aparelho urinário: alterações hormonais, período pós-parto ou até deficiências nos níveis de estrógeno, o hormônio sexual feminino.

Mulheres que têm a flora vaginal alterada, com corrimento, ou passaram por cirurgias para tratamento de incontinência urinária ficam mais propensas à bactéria. Existe também a cistite intersticial, sem causa definida. Essa é bem mais rara e não tem cura

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A importância da higiene íntima

Se a higiene íntima era vista antigamente como um assunto tabu, hoje ela ganha destaque e entra na lista dos tópicos obrigatórios a serem discutidos nas consultas ao ginecologista. "As mulheres escolhem o xampu ideal para o seu tipo de cabelo, tentam descobrir o melhor rímel para realçar seu olhar, o creme ideal para o seu tipo de pele, etc. E a área íntima também precisa receber o mesmo cuidado do corpo", diz a ginecologista Elsa Gay.
Tal importância se deve ao estilo de vida levado atualmente. O uso de roupas justas e sintéticas, a realização de depilação com cera e o excesso de estresse, de acordo com o ginecologista e obstetra Paulo César Giraldo, gera uma série de mudanças no corpo, reduzindo as defesas do organismo e deixando-o mais suscetível ao aparecimento de doenças e infecções.
Todos esse fatores podem ajudar a irritar a região íntima ou prejudicar a sua ventilação, alterando assim o pH local e criando um ambiente propício ao desenvolvimento de alguns incômodos ginecológicos. Por isso, esse tipo de higiene é visto como essencial. Mas para realizá-la são necessários alguns cuidados específicos, como a utilização de um sabonete íntimo.

Por que usar um sabonete apropriado?

A região íntima contém um pH ácido que funciona como uma “capa” e protege a pele da proliferação de bactérias. Entretanto, ele pode se desequilibrar facilmente, devido aos fatores listados anteriormente, ao uso de sabonetes com pH alcalino (o contrário de ácido) e à delicadeza da região que a torna suscetível a vários agentes externos.
"Como a água remove somente 65% de todas as impurezas locais, o sabonete íntimo se faz necessário. Composto por um pH ácido, ele ajuda então a equilibrar a região, avitando infecções e odores ruins", explica Dra. Elsa.

O sabonete mais adequado

Na hora de escolher o melhor sabonete, opte preferencialmente por produtos:
· hipoalergênicos e apropriados à higiene íntima;
· líquidos e com pH ácido (pH entre 4,2 e 5,6), pois os em barra costumam ser alcalinos, agredindo a camada protetora da pele e causando alergia e coceira;
· que produzam pouca espuma;
· que não contenham substâncias antissépticas (triclosan, clorexidina);
· recomendados pelo ginecologista.

O jeito certo de higienizar

De acordo com o Dr. Paulo César, o sabonete íntimo deve ser diluído em água corrente e usado apenas na parte externa da região - vulva, virilha e ânus. "Não o utilize na parte interna da região genital, suspenda o uso de duchas e não use para tratar infecções ou inflamações. Se você tiver algum problema como esse, sempre consulte um médico", explica.
Realize então movimentos circulares de 2 a 3 minutos, enxague a região e seque-a com uma tolha de algodão, seca e macia. "Essa higienização deve ser realizada com uma frequência de 1 a 3 vezes ao dia durante os climas quentes e uma vez ao dia durante os frios. Além disso, se a pele da vulva for ressecada, vale ainda usar um hidratante no local", diz o médico.
Essa prática deve ser constante desde o nascimento e realizada com ainda mais frequência durante os períodos menstruais, quando o pH vaginal é alterado.
E para manter a região limpa ao longo do dia e fora de casa, procure trocar o papel higiênico por lenços umedecidos hipoalergênicos e com pH ácido, além de evitar roupas muito apertadas e com tecidos que impeçam a transpiração. Assim, é possível eliminar todas as células mortas que se depositam no local, liberar a oxigenação das vivas e evitar que fungos e bactérias se alojem, provocando futuras irritações e infecções.
Atenção: essas orientações servem para a maioria das mulheres. Entretanto, aquelas com alta sensibilidade ou antecedentes de quadros alérgicos devem seguir a orientação de seu ginecologista.

Maria Paula - Aula de sexo feminino

Bruno Garcia - A Defesa