Durante anos fui castrada a achar que sexo não era algo bom, minha mãe não foi bem sucedida na vida sexual e me educou com essa visão. Na verdade, minha mãe não era uma pessoa amorosa e não podia transmitir o que não conhecia ou não havia vivido.
Paciência... Não posso culpá-la, ela tem o peso da sua história.
A masturbação foi minha fiel companheira e, durante anos, foi minha válvula de escape emocional e meu mapa do descobrimento. Praticando-a, descobri meu corpo, do que mais gostava e despertava todos os meus sentidos. Percebi a mudança do cheiro da secreção que saia da minha periquitinha quando me excitava, a dilatação e a mudança da coloração, sentia a pressão que as cochas faziam nos músculos pélvicos, o que hoje já aprendi se tratar de pompoarismo. Sentia um calor que começava nas partes baixas e me subia até os seios.Já percebeu que quando rola a atração física, desperta os nossos instintos atrelados ao nosso estado fisiológico, como as necessidades sexuais, por isso que a forma como reagimos ao que vemos é fundamental no sexo. Aí vem o tato, olfato e audição, despertados com a sexualidade, sendo um elemento importante em um relacionamento sexual.

Sexo é isso, é o desvendar e apreciar todos os sentidos que temos independente da nossa idade. O ato se incrementa a cada toque, com ou sem um parceiro, praticá-lo nos deixa mais bonitas, mais sexy e mais felizes. Sexo sentido é o próprio sentido da vida, não que a vida seja só isso, mas é ótimo aproveitar bem o sexo, sem promiscuidade, mas com muita vontade, lembrando que a relação sexual começa em nós mesmos.
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