domingo, 13 de março de 2011

Carnaval erótico - Que tal usar a sua fantasia para enlouquecer seu amor?

Sabe aquela fantasia de coelhinha, diabinha, viuvinha e mais um monte de outras "inhas" que você usou - e arrasou! - no carnaval? Nem pense em pendurá-la no armário. A imaginação é infinita nos campos férteis da alcova. Noiva virgem, prisioneira selvagem, enfermeira sexy, tudo vale para dar aquela injeção de ânimo na folia entre quatro paredes.

Sem vergonha

As fantasias povoam o imaginário masculino. A publicitária Emília Mendes conta que já usou fantasia de ninja, enfermeira, Jade e colegial. Ela faz assim: quando gosta de uma fantasia diferente, compra e deixa guardada no armário para quando pintar o clima. "Tenho uma de dançarina que não usei ainda. Quando visto, fico mais desinibida. Sempre tive vergonha de tirar a roupa, mas uma vez fantasiada, esqueço que tenho celulite e me sinto a mulher mais gostosa do mundo".

Emília tem o aval do marido para encher o guarda-roupa de fantasias sexy. Ela faz uma verdadeira superprodução no dia de estréia das peças que, diga-se de passagem, são bem pequenininhas e transparentes. "Faço escova, gravo um CD com músicas que tenham a ver, encho a casa de velas. Se é pra fazer, é melhor que seja direito. Não dá pra fazer mais ou menos", ensina.

Apesar de toda a empolgação, já aconteceu de vestir a fantasia e não rolar. Aí Emília respeitou seus limites. "Quando cheguei na frente dele, fiquei sem graça e resolvi tirar. Ele entendeu e deixamos pra outra hora", revela. Mesmo assim, no final da entrevista, a publicitária garantiu que vestir as fantasias dão um upgrade na relação e incentiva: "Todo mundo deve vestir um dia".
Timidez X Tesão

A timidez pode mudar a brincadeira, que deixa de ser afrodisíaca para se tornar hilária. A hoteleira Catarina N., por exemplo, confidencia que já usou uma fantasia dessas a pedido do namorado. "Seria o presente de aniversário dele. Primeiro, ele teve a idéia de me dar uma de coelha... Eu me rachei de rir! Depois veio a idéia da de freira e eu achei insano. Até que ele propôs a de enfermeira e a tonta aqui aceitou", conta.

Catarina topou usar um espartilho branco com uma sainha transparente por cima e um chapeuzinho na cabeça com uma cruz vermelha. O problema foi que ela não conseguiu segurar o riso na frente do namorado: "Era uma fantasia dele e não minha! Eu não me neguei: quando ele chegou do trabalho, eu já estava toda vestida. Tomamos um vinho, mas não consegui ver graça naquilo". Para ela, a fantasia envolve todo um ambiente e os envolvidos têm que vivenciar a situação. "Se estivéssemos num hospital e eu aparecesse num quarto de enfermeira podia até ser. Mas em casa? Eu de enfermeira, passando frio e me perguntando como homem pode ser tão bobo", finaliza.

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