Então, um dia desses, me perguntaram, como alguém pode fazer sexo oral em outra pessoa? Sim, me perguntaram isso.
E eu, com cara de espanto e sei lá, tacho talvez, me pus a pensar, por quê?
Sou boa professora, expliquei. Quem quiser compartilhar da minha aula, por favor...
Imagino assim, que há 10000 anos, nossos ancestrais, como já vimos em muitos filmes antigos e outros não tão velhos assim, que o homem aprendeu a transar pelo instinto. Ou vendo outros animais transando. Talvez por isso a posição de 4 seja a mais comum.
Bom, agora vamos lá, a parte doida.
Se vocês já presenciaram animais em um ato sexual, já deve ter visto que o macho, no desespero que o cheiro da fêmea no cio o deixa, fica alucinado, se deixar sobe até na cabeça. E uma das coisas mais bonitinhas que ele faz é lamber a fêmea. Lambe a boca, os olhos, os ouvidos, e claro, a área genital da fêmea. Mas aí ele lambe porque aprendeu que assim, fica mais fácil a penetração e a conjugação do ato.
Outros animais aprenderam a fazer tão rápido o ato que a fêmea nem sabe o que foi que a atingiu.
Provavelmente, o homem vendo, cães, gatos, cavalos e outros animais, aprendeu olhando. Mas o que o homem não sabia é que a mulher é a única fêmea na natureza que tem orgasmo e faz do ato sexual, um ato de prazer. Aí, danou-se. Ou não.
Afinal, aprendemos variações de um ato que na natureza é cíclico, animais só transam quando a fêmea está no cio e o homem, transa quando tem tesão, se deixar, todo dia, com a mesma fêmea. E como agradá-la, para que quisesse sempre? Ué, proporcionando prazer aos dois.
Então, imaginem nosso primeiro homem ancestral que descobriu que lambendo a fêmea dele, ela ficava tão feliz que transava com ele, sem estar no cio? Bom, assim, ele também descobriu que a fêmea-mulher, de tão feliz que ficava, já que era tão bom pra ela, porque não fazer nele também? Ponto pro homem de Neanderthal!
Brincadeiras à parte, claro, as posições, variações e tudo que o homem descobriu pra proporcionar prazer no ato sexual faz com que a intimidade com a parceira (o) seja algo agradável, e mais do que apenas físico, algo que os una física e mentalmente.
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